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A criança X Frágil na escola

A dificuldade na interação sensorial, somado aos frequentes déficits cognitivos fazem com que o aprendizado escolar seja um desafio para a pessoa com Síndrome do X Frágil e para seus professores. As aquisições acontecem de forma mais lenta e após várias tentativas, de repente, algumas habilidades aparecem rápido e inesperado. Quase sempre notamos que essas últimas aquisições se referem a área de interesse da criança.

O desempenho em matemática, por exemplo, acompanha as características frequentes na  Síndrome do X Frágil. Boa memória e dificuldade de interpretação. Decorar a tabuada é fácil, mas interpretar o enunciado do problema é uma tarefa complicada.

É importante no aprendizado sempre lembrar de partir do concreto e usar material familiar. Receitas de culinária, por exemplo, costumam ser um sucesso junto ao aprendizado do indivíduo com Síndrome do X Frágil.

É importante verificar se há necessidade de novos ajustes a cada etapa da vida escolar, assegurando a possibilidade de trocar informações entre todas as pessoas envolvidas no aprendizado da criança.

Embora desde cedo as famílias suspeitem de alterações do desenvolvimento de seus filhos, o encaminhamento para o diagnóstico da Síndrome do X Frágil é fundamental. Em geral o diagnóstico, por vezes, é postergado pela falta de preparo dos profissionais procurados para atender as crianças, e pelo próprio desconhecimento da Síndrome do X Frágil. A consequência do diagnostico tardio são relevantes em termos de prevenção e tratamento.

É importante, que não apenas a família, mas também os profissionais que acompanham as crianças, encorajem as crianças a escrever, incentivar o traçado correto das letras e elogiar todo o processo alcançado, aproveitando da melhor forma possível, todo o potencial da criança.

Para muitos meninos e algumas meninas, a dificuldade na coordenação motora fina é um problema a ser superado. Verifique a possibilidade de provas orais ou testes de múltiplas escolhas.

Sabemos que muitas das pessoas com Síndrome do X Frágil, hoje adultas, não receberam nenhum atendimento adequado, pois seus familiares como os profissionais que os atenderam não tinham o conhecimento a respeito da síndrome. Quase sempre o diagnóstico foi tardio ou os educadores e terapeutas deixaram de usar técnicas apropriadas.

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